Peter Moses, líder de
um grupo de poligamia em Nova York, foi considerado culpado pela morte
de um menino de quatro anos, que Moses acreditava ser gay. A corte
condenou Moses pelo assassinato de Jadon Higganbothan e de uma ex-namorada de Moses.
Graças a um acordo judicial, Moses não foi condenado à pena de morte, legal nos Estados Unidos.
Moses morava
com cinco mulheres, todas consideradas esposas pelo americano. Em seu
depoimento, Moses revelou que fazia um rodízio entre as mulheres, que se
revesavam para dormir com ele, que era pai de todas as crianças que moravam na casa, exceto de Jadon, cuja mãe era a líder do local.
Com a desconfiança de que o pai do menino também era gay, Moses decidiu que ia "se livrar" de Jadon quando viu a criança brincar com outro menino.
Moses levou então Jadon até a
garagem, onde o matou com um tiro na cabeça com a arma de sua mãe,
enquanto uma música alta tocava no ambiente.
Segundo o jornal americano
Daily News, Moses era chamado de "mestre" pelos membros de sua seita,
que o ajudaram a carregar o cadáver de Jadon e colocá-lo em uma mala.

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